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Prof. Delfim Netto afirma que não existe problema na economia

DelfimA menos de um ano para as eleições, o grande problema do Brasil não é a economia, mas sim, a política, diz o economista Antonio Delfim Netto. Na 86ª Reunião do G100 Brasil, o ex-Ministro da Fazenda e Membro do G100, Titular da Cadeira 10, disse que as medidas tomadas pelo atual governo para solucionar a crise estavam corretas e que o cenário de incertezas do país é resultado de erros cometidos no passado.
O ex-ministro ainda afirmou que para evitarmos outra década perdida, é necessário que os brasileiros escolham uma liderança razoável. “Não existe problema na economia, o diagnóstico é tão perfeito que nós já sabemos tudo. A correção está na política, na condição de entregar o poder a alguém que seja capaz de realizar um programa razoável”, comentou.

Ele ainda acredita que o atual Presidente Michel Temer estava realizando um bom programa até a primeira delação da JBS, quando as coisas desandaram. De acordo com Delfim, o projeto econômico levou o país ao equilíbrio e avançou com as reformas.

Ainda de acordo com a opinião dele, não existe lei histórica, a sociedade é uma coleção de acidentes. “Nós vivemos a consequência de um fato terrível que foi a morte de Tancredo. Se ele não tivesse morrido, jamais teriam promulgado a Constituinte, que transformou os deveres do Estado em direitos do cidadão e, com isto, teria levado a economia brasileira para outra direção”, disse o ex-Ministro.

Por fim, Netto acredita que este cenário se agravou com a perda do protagonismo da ex-Presidente Dilma Rousseff, que permitiu um avanço do Judiciário em questões Legislativas. “Vivemos a judicialização da política e a politização do judiciário, há uma disputa entre os poderes. O Brasil é comandado por uma alta casta de funcionários públicos”.

Sobre o G100 Brasil – Composto de 100 Membros (empresários, presidentes e CEOs), mais 15 Membros (economistas-chefes e cientistas políticos) efetivos e nomeados, reúne destacadas lideranças empresariais do País em busca do desenvolvimento da sociedade e de suas organizações, em reuniões mensais fechadas e restritas aos seus Membros.

 

Fonte: A Tarde